quinta-feira, 22 de maio de 2008

Bebida Direção e Dor.





BEBIDA DIREÇÃO E DOR.

Áudio Visual desenvolvido pelos discentes do curso de jornalismo da turma 301 do Iesacre, voltado a evidenciar as mazelas do trânsito da capital Acreana, explorando os recursos do áudio visual em uma campanha educativa preenchida com cenas marcantes que atraíram a atenção do público alvo.

Quando foi feita a proposta de um audiovisual pelo nosso professor Pascoal Gemaque, ficamos muito animados, pois já imaginávamos que esta seria a nossa primeira experiência com o que desejamos trabalhar.

O grupo composto por nove pessoas, se reuniu e definiu cada detalhe do vídeo, onde iríamos limitar nosso trabalho e a função de cada um no projeto, facilitando assim a definição do roteiro. Nossa diretora Lucivânia Marques, teve a idéia inicial acerca do tema do nosso vídeo, que envolveria uma realidade que infelizmente destrói muitas vidas, a trágica mistura entre álcool e direção. Contêm no projeto sonoras com autoridades, passagens de repórteres, acompanhamento do trabalho de profissionais envolvidos no combate a essa prática, além de depoimentos de pessoas que de alguma forma sofreram conseqüências causadas pela mistura de bebida e direção.

A experiência da nossa diretora, que já trabalha na área de produção foi de suma importância para todos nós, com ela pudemos nos situar e nos organizar melhor e programar todo nosso projeto. Graças a isso e ao esforço de todo o restante do grupo, foi possível que se realizasse esse vídeo institucional, pois trabalhamos em sincronismo, com cada um exercendo aquilo que ficou destinado a fazer.

Nosso trabalho foi intenso durante dois meses, para que nada saísse do nosso controle, porém, tivemos sim, alguns contratempos inevitáveis como: a chuva, no primeiro dia que seria de gravação, ou mesmo encontros adiados por algumas autoridades, algo normal, considerando o fato que elas são pessoas extremamente ocupadas.

Tivemos uma produção muito eficiente, nossa diretora de produção Dayanne Costa, conseguiu organizar e distribuir tarefas com o restante do grupo, e nos dias mais importantes, que eram os dias das gravações, todos estavam presentes e os pequenos imprevistos foram contornados. Ao fim, tudo saiu como planejávamos. Ficamos na rua até durante a madrugada, para acompanhar uma blitz de trânsito e gravar a simulação de jovens ingerindo bebida alcoólica, utilizando nosso lado artístico; o que tornou todo o trabalho algo demasiadamente gratificante.


domingo, 23 de março de 2008

Cinema nacional em alta

Depois de muito tempo em baixa o cinema nacional vem apresentando um crescimento progressivo, após uma época onde não havia verbas para a produção cinematográfica, o que impossibilitou as novas e boas produções.

Há mais de dez anos com um apoio maior por parte do Governo e empresários criando possibilidades de incentivo à cultura, podemos perceber claramente uma melhor receptividade do público. E isso tem uma explicação, pois nos últimos anos os filmes estão bem produzidos e considerando também, que é uma produção diversificada, atendendo a um número maior de pessoas, abordando temas como problemas sociais ou sobre a historia do país, por exemplo.

Com o surgimento de novos projetos de filmes temos então uma verdadeira fábrica de profissionais que acabam se destacando entre atores, diretores, que são premiados internacionalmente como reconhecimento de um bom trabalho, e não é difícil encontrar nos noticiários relato dessas premiações que acontecem com certa freqüência.

É extremamente essencial que este bom momento não seja somente mais uma fase, é necessário que se mantenha inclusive o apoio financeiro e cultural e também que possamos enxergar a produção nacional como parte da nossa cultura. É grande até a possibilidade de que a indústria cinematográfica brasileira torne-se referência na América latina, já que o grande espelho é o cinema americano.

segunda-feira, 17 de março de 2008

Artigo

Os dois lados

Antigamente não havia no cotidiano de um profissional de jornalismo a presença de tanta tecnologia como acontece hoje, já faz algum tempo que jornalistas estão cercados de elementos que modificaram o seu modo de trabalhar. Houve a implementação de muitos recursos que facilitam o seu dia a dia, como a informatização das redações, mudanças não só físicas, mas também na preparação das matérias e outras inúmeras facilidades.

Com todas estas modificações exige-se mais qualificação daquele que pretende trabalhar nesta área, ao contrário de antigamente, fazendo com que seja necessária uma readaptação destes profissionais, que já se deparam até com a extinção de alguns cargos não mais necessários com a inclusão de certos equipamentos que agilizam suas tarefas.

Muitos acreditam que ocorre também a diminuição da criatividade, pois para tudo existe um modelo que pode ser facilmente copiado, pode-se relacionar a isso uma grande padronização que podemos observar em muitos jornais. No entanto as vantagens também existem, e não são poucas, como as reduções no tempo de trabalho, um sistema de arquivamento mais seguro, informatizado e de rápido acesso, é possível a criação de uma comunicação independente através da internet, onde o jornalista pode publicar e opinar sobre um assunto de livre escolha, ao contrário do que ocorre em seu trabalho convencional, como é o caso dos bolgs e sites.

Essa junção: tecnologia e jornalismo é uma coisa muito interessante e trouxe consigo o surgimento de novos meios de comunicação, como o jornalismo on-line, cada vez mais presente, trouxe também outras oportunidades de trabalho, além das mudanças já citadas, o que não se pode deixar pra trás é a essência de se fazer jornalismo e aproveitar e as novidades tecnológicas para aperfeiçoar o que já é realizado e melhorar a comunicação com o público diverso.